segunda-feira, 15 de julho de 2013
“Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos.” (Sl 40.2).
Foi ele que nos tirou desse “poço de perdição, desse tremedal de lama”.
“Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”(Jr 32.3). Não fomos nós que escolhemos sair, Jesus disse: “Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (Jo 5.40), esse é o estado natural do homem, a questão aqui não é ele não querer vir a Cristo, o homem não pode vir por que está morto “estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” (Ef 2.1). Jesus deixa claro que só irá até ele todo aquele que o Pai enviar “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6.44). Jesus ensina que ninguém pode responder positivamente à sua advertência ou seu convite sem a atuação do Pai em guiar o individuo a Jesus. O coração é naturalmente duro e não aceitará o convite de Deus, a menos que uma obra especial da graça de Deus aconteça.
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O versículo segue um gradiente, do poço (de onde não se consegue sair), do atoleiro (cujo caminho é instável, sujo e pode derrubar a qualquer momento), até a Rocha. Passamos de pedidos e sujos para achados e limpos.
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